
Certamente que o dia 8 de Março será um marco na história da educação em Portugal: a maior manifestação de sempre de professores. Mas será que bastará esta Marcha da Indignação para restaurar a democracia e a justiça no ensino?
Se tivermos de continuar a luta, que acções devem ser tomadas?
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Desde já deixo uma:
caso a ministra insista em avaliar de imediato os professores contratados, todos nós devemos exigir ser também avaliados em simultâneo. Pertenço ao quadro de uma escola e considero injusto que os contratados sejam as cobaias desta avaliação.
Injusto porque :
- o que está em causa, entre outros motivo, é o facto de o calendário para a construção participada e séria dos instrumentos necessários à operacionalização do processo ser curto e inoportuno. Ora, se aprovarmos esses documentos em tal condições, então, devemos sujeitar-nos todos às suas consequências.
- muitos dos colegas contratados têm tantos ou mais anos de serviço do que eu, tendo sido vítimas do sistema que se aproveita deles e não lhes dá a estabilidade que mereciam. Devemos ser solidários com eles em mais esta injustiça.
- o processo tem sido, e muito bem, arrastado por todos nós na tentativa de não ser realizado este ano lectivo e, entretanto, ser revisto. Ora, não é justo que agora tenham, só eles, de ser avaliados nestas incompreensíveis condições.
Se todos exigirmos ser avaliados, certamente que os avaliadores, com quem estamos solidários, não terão condições para o fazer. Então a Sra Ministra verá os efeitos negativos desta avaliação no funcionamento das escolas.
Se tivermos de continuar a luta, que acções devem ser tomadas?
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caso a ministra insista em avaliar de imediato os professores contratados, todos nós devemos exigir ser também avaliados em simultâneo. Pertenço ao quadro de uma escola e considero injusto que os contratados sejam as cobaias desta avaliação.
Injusto porque :
- o que está em causa, entre outros motivo, é o facto de o calendário para a construção participada e séria dos instrumentos necessários à operacionalização do processo ser curto e inoportuno. Ora, se aprovarmos esses documentos em tal condições, então, devemos sujeitar-nos todos às suas consequências.
- muitos dos colegas contratados têm tantos ou mais anos de serviço do que eu, tendo sido vítimas do sistema que se aproveita deles e não lhes dá a estabilidade que mereciam. Devemos ser solidários com eles em mais esta injustiça.
- o processo tem sido, e muito bem, arrastado por todos nós na tentativa de não ser realizado este ano lectivo e, entretanto, ser revisto. Ora, não é justo que agora tenham, só eles, de ser avaliados nestas incompreensíveis condições.
Se todos exigirmos ser avaliados, certamente que os avaliadores, com quem estamos solidários, não terão condições para o fazer. Então a Sra Ministra verá os efeitos negativos desta avaliação no funcionamento das escolas.
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